segunda-feira, 18 de maio de 2009


Estou cansada e sem forças. Já me tinha esquecido do que era estar assim. Quis apagar os medos e os fantasmas, mais aquela dor que me queimava o peito e alma. Mas voltou, voltou com mais força! Sinto-me perdida...
Preciso de um abraço especial, do meu lugar seguro. Preciso de te reconfortar, de tratar de ti. Quero limpar-te o que te dói (o que te fiz doer), curar as feridas com cuidado e mostrar-te, sem pressas, que o meu amor por ti é o que tenho de mais verdadeiro.
Abraça-me, deixa-me abraçar-te de novo...
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... eu não sei viver de outra maneira!
Desculpa!

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Castelos na areia


O sol aquece-lhe a pele e uma brisa leve salga-lhe o corpo. Volta a vestir-se de menina e um grande laço prende-lhe o cabelo numa trança bem desenhada. De cócoras, escolhe as conchinhas mais perfeitas e procura as pedras mais reluzentes cobertas por pequenas ondas que lhe molham os pés. Chapinha na água como uma criança pequena. Gosta de sentir as gotas a molharem-lhe a cara. Gosta de roubar o sal à água que lhe cai nos lábios, tempera-lhe a alma e salga-lhe o doce que lhe vai lá dentro. Por momentos fecha os olhos e deixa que a imaginação a leve por entre histórias de sereias e corais enfeitados, sabe bem sonhar! Uma gaivota trá-la de novo à praia. Corre para o seu castelo de areias encantadas e cobre-o com os seus tesouros. À volta ergueu muralhas fortes, não vai deixar que lhe destruam os sonhos (mais uma vez!). Sorri e no coração acredita que desta vez é para sempre. Ao longe corre-lhe um pequenote, moreno, de olhos a brilhar. Ofegante, deixa-se cair na areia, estende-lhe a mão e mostra-lhe a estrela do mar mais bonita. “Demorei a chegar, mas tinha de encontrar a mais especial para ti!”. Ela. Sem querer soltou-se-lhe uma lágrima, salgada como o mar. Afinal, como é que não podia acreditar em finais felizes para sempre?



O tempo passou... É tempo de voltar a sorrir!!!

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009


Posso pedir um desejo...?

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Um olhar


E de repente o mundo transformou-se em nós dois. Esqueci o que nos rodeava e ficámos ali encontrados num olhar que se cruzou timidamente. Um olhar que falou por si, sem palavras desnecessárias à mistura. Falámo-nos num silêncio que disse tudo o que tínhamos medo de contar. E o tempo eternizou-se quase por magia. Ainda guardo o brilho dos teus olhos e aquele sorriso que te iluminou. Fomos de novo o que há muito escondíamos, entrelaçámo-nos e amamo-nos naquele momento só nosso. A medo senti o carinho que a tua mão me devolveu e pedi baixinho, com muita força, que dissesses que tudo voltaria a ser bonito.
“É bom ver os teus olhos brilhar!”
Eu sei, também sinto o mesmo quando me olhas assim
!
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Não percebo muita coisa (talvez nem tenha que perceber), mas enquanto os teus olhos me falaram assim hei-de lutar sem me cansar…

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

era tudo tão melhor


Era tudo tão melhor neste tempo...
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[se eu acreditar com muita força, volta?]

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

o melhor da vida


Os beijos. As conversas. O toque e o calor da pele. O carinho e o respeito. O riso e aquele sorriso. O coração que dispara. As lágrimas. Os lugares. O amor e a amizade. As surpresas. Os abraços. Os projectos e os desejos. As juras de amor e os sonhos. As lembranças. A alegria. O ser especial. Os mimos. A confiança, a segurança e a protecção. As brincadeiras. As músicas e as gargalhadas. Os corpos. Os sons, os cheiros e as sensações. Os medos. A entrega. O crescer e aprender a dois. O desejo. As mensagens e os olhares. As borboletas na barriga. O silêncio. O sono. As noites e os acordares. Os arrepios. O descobrir e o conhecer. O dar e o receber. O acreditar plenamente. E o brilho, aquele brilho do olhar.
O melhor da vida contigo!

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E enquanto o coração bater, é por isto que vou lutar...
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